terça-feira, 28 de junho de 2011

Esquerda, direita, esquerda, direita. Marche!

O governo começa a ter instabilidade quando há o aumento da luta de classes, gerando assassinatos políticos em série.

Os direitistas, observando as maravilhas que o nazismo levava à Alemanha e ao golpe da direita na Áustria em 1934. Isso os fez tomar a atitude de aliar com os militares e obterem apoio dos movimentos nazifascistas de fora, como Portugal e Itália.

Decidem, em 18 de julho de 1936, liderado por General Francisco Franco, levarem o exército para derrubarem a república. Como impedimento, milícias foram formadas em forma de resistência.


General Franco. Qualquer semelhança com Hitler é mera face da não-oposição.

Como em disputa de posse de terras, o país se dividiu em dois, onde cada um, com sua política, mantem sua terra. Além dos assassinatos em massa, fuzilamento contra a educação não-dirigida – com os militares – e fuzilamento contra aos donos de posse – com os de esquerda.

Assim, como uma guerra civil, o lado de esquerda obteve apoio bélico de Stalin e o lado de direita obteve apoio dos nazistas.


Milícia formada em defesa da República.

Os países considerados como neutros (no caso de Inglaterra e França), acabaram abrigando defensores da República nas Brigadas Internacionais.

A esquerda torna-se fraca com a divisão interna entre os apoiadores da revolução e os apoiadores da república. Segundo Stalin, era de se temer a possibilidade da república enfraquecer-se ou sofrer grande transformação devido à intensa guerra civil.

Stalin, apoiador das milícias anarquistas e comunistas.

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